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terça-feira, 19 de setembro de 2017



CHEFE TARADO
SECRETÁRIO DE COMUNICAÇÃO DE PEDRO TAQUES, PASTOR LIMA, MESMO TARADÃO POR NINFETINHAS PEITUDAS E COROINHAS BUNDUDAS, EXPULSOU ESPÍRITOS MALIGNOS DO  PALÁCIO PAIAGUÁS DURANTE CRISE DE FÚRIA DO GOVERNADOR



FONTE: JORNAL INDEPENDENTE

Mesmo sendo um jornalista conceituado, capacitado para a função de secretário de Comunicação do governo Pedro Taques, segundo uma de nossas fontes, durante 12 anos, Kleber Lima (GECOM-MT) buscou na Bíblia e ensinamentos divinos cura para os males espirituais que o atormentavam. Passou por diversas igrejas evangélicas, começando como "obreiro" e depois pastor. Na Mundial, do apóstolo Waldemiro, chegou a protagonizar milagres. Ao assumir pastas na Prefeitura de Cuiabá (gestão Mauro Mendes) e no Governo Estadual (gestão Pedro Taques), por força de inúmeros compromissos acabou afastando-se das funções religiosas. Por conta disso, suspeita uma das nossas fontes, voltou a ser perturbado por demônios que o levam a ser forte atração por ninfetinhas PEITUDAS e coroinhas BUNDUDAS. Conforme denúncia protocolada no MPE  por servidores da pasta que chefia e exposta em matéria da TV Centro América, da Rede Globo.

Ainda conforme revelação de nossa fonte, logo ao assumir o GECOM, Lima deu provas de habilidades e fé no trato com  enviados do MAL, benzendo o governador Pedro Taques durante um acesso de fúria no Palácio Paiaguás. Foi tiro e queda, ganhando ainda mais o respeito e confiança do mandatário estadual.



GOVERNADOR CORRUPTO, MAS PROTEGIDO PELOS FEDERAIS 

 O conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) Antônio Joaquim está indignado com o fato do ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot, ter deixado o governador Pedro Taques (PSDB) de fora da operação Malebolge, deflagrada na quinta-feira passada (14) pela Polícia Federal (PF), enquanto ele e seus 4 colegas conselheiros foram afastados dos cargos e tiveram as casas e gabinetes vasculhados, o que ele considerou uma “violência jurídica”. “Ele [Janot] não pediu nada contra o Pedro Taques. Ele não pediu busca e apreensão, ele não pediu abertura de inquérito contra o Pedro Taques! E veja que eu quero dizer com clareza que eu não estou dizendo que essas afirmações do delator sejam verdadeiras. Mas no mundo da democracia, o doutor Janot tinha o dever funcional de também tomar as providências democráticas que caberia e que ele tomou em relação a nós! Não pedir o afastamento do governador, mas, no mínimo, abrir um inquérito sobre isso! No mínimo, então, uma busca e apreensão na casa do governador, como fez com todos os outros!”, reclamou durante entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta segunda-feira (18). Para Antônio Joaquim, o procurador responsável pelos pedidos que resultaram na operação, foi seletivo e protegeu seu colega Pedro Taques, que também foi procurador da República e foi citado na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), cujas acusações foram motivo da operação Malebolge. “Me surpreende é a atitude do procurador Janot, que fez o pedido do meu afastamento. Eu sempre tive no Janot uma figura muito admirável, eu sempre o respeitei, sempre achei ele um homem muito corajoso no enfrentamento das questões da Lava Jato e tudo o mais. Mas, no que se refere a essa questão da delação no Mato Grosso, o Janot foi criminosamente parcial, seletivo. Não tomou as atitudes que tomou em relação aos conselheiros em relação ao seu amigo, ao seu colega ex-procurador da República, governador Pedro Taques”, disse o conselheiro afastado.

 NOVO PRESIDENTE DO TCE ACUSADO DE RECEBER POPINAS

 O atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Gonçalo Domingos Campos Neto, foi arrolado nas revelações do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) durante sua delação premiada, nesta segunda-feira (18). Silval delatou que Gonçalo já recebeu mensalinho ainda quando era deputado estadual. O ex-governador firmou acordo com a Procuradoria Geral da República e o ministro Luiz Fux homologou no dia 9 de setembro. O presidente TCE-MT declarou que as informações citadas pelo ex-governador são falsas. Ele disse que não faz "sentido", pois em 2003 e 2004 ocupou o cargo de segundo secretário e que não havia razão para exigir vantagem. Ele declarou que desconchece as citações de Silval e que não tem relação com a função que ocupa atualmente. A menos de uma semana, Gonçalo Neto assumiu a presidência do TCE-MT, na última quinta-feira (14), após o afastamento do conselheiro Valter Albano do cargo, por determinação do ministro do STF Luiz Fux. Com o cargo, ele designou cinco conselheiros que logo foram afastados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e alvos da operação 'Malebolge'. São eles: Isaías Lopes (1ª relatoria), Jaqueline Jacobsen (2ª relatoria), Moisés Maciel (3ª relatoria) e João Batista Camargo (4ª relatoria) como substitutos de Antônio Joaquim, José Carlos Novelli, Waldir Teis e Sérgio Ricardo. Campos Neto foi deputado estadual por três mandatos, de 1999 a 2010. Silval citou que ele teria recebido aproximadamente R$ 150 mil de propina para apoiar a composição da Mesa Diretora, biênio 2003-2004. Além de ser um dos que receberam dinheiro, no valor de R$ 200 a R$ 250 mil, na eleição seguinte de 2005 e 2006. Outros 15 deputados também teriam recebido o valor.

 REVELAÇÕES DE MALOUF PODEM "ENJAULAR" PEDRO TAQUES 


 Como o governador Pedro Taques, investigado com prerrogativa de foro, tem competência originária para ser processado e julgado no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), a delação do seu ex-tesoureiro de campanha, o empresário Alan Malouf foi encaminhada para lá. Segundo fontes do MPopular, o que chamou atenção dos promotores durante a delação, foi o tanto de provas oferecidas por Malouf que, inclusive, distribuía propina nos banheiros do buffet Leila Malouf. A denúncia é tão consistente, que foi desmembrada em três partes, uma delas envolve os secretários de Taques, que inclusive participaram de um jantar onde o governador apresentou o comandante do esquema que deveria ser obedecido: o próprio Alan Malouf. Só na Educação, o rombo foi de R$ 56 milhões, e culminou com a prisão do secretário Permínio Pinto e assessores. A ansiedade é grande para ver quais são os outros secretários envolvidos no esquema do 'sheik', e de quanto foi a pilhagem.

 JAYME CAMPOS APONTA CAMINHO PARA PEDRO TAQUES 

 O ex-senador Jayme Campos (DEM) defende que o governador Pedro Taques (PSDB) reavalie o caminho do seu grupo político. Segundo o líder, está na hora de fazer um balanço, diante das diversas mudanças no cenário provocadas pelas últimas operações e delações premiadas. “Esse é o momento de fazer um balanço do grupo político do governador, fazer novos encaminhamentos”, disse Jayme à imprensa, minutos depois de dar esse conselho a Taques e ao deputado federal Nilson Leitão (PSDB), em evento de inauguração de leitos no Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, na sexta-feira (15). Na mesma data, o deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), que pertence à base governista, foi preso suspeito de ocultar provas. No dia anterior, a Polícia Federal havia deflagrado a Operação Malebolge, que teve diversos deputados como alvo. Questionado, Jayme negou que estivesse sugerindo uma limpeza no grupo. “Não posso falar isso... é muito pesado”, disse. “O governador pretende fazer essa avaliação. É natural dentro do processo político. Eu já fui governador. É saudável, na medida que você tem que acompanhar pari passu os acontecimentos, tanto administrativamente como a repercussão política. E avaliar como vai ser o caminho doravante”, argumentou. Ele afirmou, ainda, que não se pode tomar nenhuma decisão de forma precipitada. “É muito importante conversar sobre tudo. Vamos aguardar e ter paciência”, disse.

 ENFIM, GOVERNADOR PEDRO TAQUES CUMPRE UMA DE SUAS PROMESSAS 

 O governador Pedro Taques (PSDB) cumpriu a promessa de doar um terno novo para o vereador Claído Celestino Batista (DEM), o Ferrinho, líder do Executivo na Câmara de Várzea Grande e presidente licenciado da União Varzeagrandense de Associações de Bairros (Univab). A promessa foi feita em recente reunião de líderes comunitários com Taques e o ex-senador Jayme Campos, secretário de Assuntos Estratégicos da Prefeitura de Várzea Grande. E a doação do novo terno para Claído Batista Ferrinho aconteceu durante a inauguração da reforma do Hospital e Pronto Socorro Municipal, na última sexta-feira (16), num momento de descontração do evento. Ferrinho é correligionário de Jayme Campos há décadas e entrou para o grupo de Taques. E tudo indica que, pelos aplausos efusivos dos comunitários e familiares, jamais será esquecido por Ferrinho e os seus.  


COMENDADOR ARCANJO DESEJA "VIDA LONGA" AO GOVERNADOR PEDRO TAQUES


 Depois de mais de uma década, o governador Pedro Taques (PSDB), ainda tremeu com a chegada de João Arcanjo Ribeiro, em Cuiabá, após cumprir pena em penitenciarias federais. Desde 2016, Arcanjo estava cumprindo na Penitenciaria de Mossoró (RN) e após determinação da justiça com prazo de 30 dias, ele teria que ser transferido para a capital. Segundo a decisão, Arcanjo tem o direito de cumprir pena próximo a família. Mesmo com tantos seguranças ao seu redor, inclusive pago com dinheiro público, Taques ainda “vive na sombra” do ex-bicheiro, mas para mostrar ao contrário disparou: “Se for tentar me matar, tem que entrar na fila, porque tem muita gente querendo que eu desapareça”. Muita gente mesmo, e não é para menos, com tantas denúncias a seu respeito e tantas tragédias provocadas por seu governo. Por baixo, pelo menos 100 mil servidores públicos gostariam que Taques desaparecesse do poder. Ao contrário do que insinua, o advogado de defesa de Arcanjo, Paulo Fabrianny, disse que seu cliente “está feliz” por voltar a capital que tanto ama e não deixou de desejar “vida longa ao governador Pedro Taques”.

 GOVERNADOR TENTOU ATÉ O ÚLTIMO INSTANTE IMPEDIR RETORNO DO COMENDADOR JOÃO ARCANJO 

 Com as factorings fechadas, inimigos no poder e após 10 anos de solidão, tudo o que o comendador João Arcanjo Ribeiro mais deseja, para quando deixar a prisão, é a vida no campo, administrando a Fazenda São João. Em entrevista, concedida na última quarta-feira (13), a defesa nega que o cliente tenha pretensões de reassumir o império deixado no fim da década de 1990 - e vê no governo Pedro Taques (PSDB) um desestímulo a isso. A tentação, entretanto, é grande. Avizinha-se a progressão de seu regime para prisão domiciliar (vulgarmente conhecida como liberdade) e dívidas foram deixadas para trás. “Após seu retorno a Cuiabá e a possível progressão do regime, João Arcanjo retornará às atividades de fomento?”, questiona a reportagem. “As factorings estão fechadas, elas foram fechadas quando ‘tudo aconteceu’. A vontade de João Arcanjo é de tocar a sua fazenda em Jangada, se permitirem (os desembargadores do Tribunal de Justiça), ele já me falou isso”, responde Paulo Fabrini, transparecendo tranqüilidade pouco condizente a um cliente condenado a 82 anos de prisão por homicídio, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Fazenda São João, pertecendente ao fomentador fica localizada entre Várzea Grande e Jangada, na BR-163, possui 5,7 mil hectares, criação de gado e piscicultura. Esconde, por outro lado, um passado negro. Um corpo lá foi encontrado carbonizado no ano de 2012. O desejo do ex-bicheiro por uma vida ao ar livre, insiste o advogado, é genuíno. Imagine você. “O cara passou os últimos 10 anos trancado 22h por dia em uma cela, sem conversar com ninguém, tendo apenas 2h de banho de Sol”. O isolamento de Arcanjo se manterá, na capital mato-grossense. Ele não falará com a imprensa, ao menos “neste primeiro momento, até resolvermos a questão da progressão do regime. Será difícil ele prestar algum tipo de comentário, até para não gerar polêmica. Você vê: até mesmo o governador do Estado (Pedro Taques – PSDB) está comentando ‘ah, pode vir que estamos preparados!”, e de repente vai lá o secretário de segurança e faz um pedido no TJ para que ele não venha...”, exemplifica. O pedido não foi feito e o primeiro passo rumo a liberdade foi dado. O vôo comercial trazendo o ex-bicheiro pousou em Cuiabá às 21h desta quinta-feira (14). Arcanjo ficará sozinho na cela 1, no lado A do raio cinco da Penitenciária Central do Estado (PCE). Atrás das grades, bem isolado, o ex-bicheiro terá direito a quatro visitas por semana, ainda que não tenha hoje tantos amigos, observa Fabrini. “Os tempos são outros. Quem Arcanjo conhecia e quem tinha contato com ele está morto, aposentado ou na cadeia”. Faltam amigos, sobram devedores. “Muita gente ainda deve dinheiro a Arcanjo”, salienta Fabrini. Desse modo, o desejo pela vida no campo corre o risco de dar lugar à tentação do rápido retorno ao poder exercido até o fim dos anos 1990. “Muita gente fazia seus negócios movimentando dinheiro de Arcanjo. Obviamente que com sua prisão, muitos deram o cano”. Com a progressão para o regime domiciliar, as coisas poderão mudar um bocado.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

CHEFE TARADO
SECRETÁRIO DE PEDRO TAQUES ATÉ BABA QUANDO VÊ NOVINHA PEITUDA, MAS FICA TARADÃO QUANDO TOPA COM COROINHA BUNDUDA


A investigação e processo contra o secretário Kleber Lima  (GECOM) corre em segredo de justiça. A TVCA está na cola do rapaz e já denunciou trechos da acusação. Funcionários apontaram o secretário como  um "taradão" que não "perdoa" novinhas ou coroinhas, esbugalhando os olhos quando as vê. Alem de jornalista é pastor evangélico.

TUDO EM CASA

 A desembargadora da Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo, Antonia Siqueira Gonçalves Rodrigues, suspendeu a decisão que determinou a indisponibilidade de bens de Agostinho Hideaki Nohama. Ele é um dos sócios da Santa Cruz Industrial, Comercial, Agrícola e Pecuária Ltda, empresa que deve R$ 3,1 bilhões para a Secretária de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). Coincidentemente, ele também é fiscal de tributos do órgão




QUEBRA PAU


Uma desavença comercial entre duas famílias tradicionais terminou em uma suposta agressão na noite deste sábado no sopping Goiabeiras, em Cuiabá. Na confusão, uma mulher foi agredida e desmaiou. De acordo com boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, a empresária Aline Camila Piran, de 30 anos, estava com seu namorado, o também empresário Amir Antônio Maluf, no elevador do shopping, quando se deparou com o empresário do ramo de construção civil, José Charbel Malouf, de 55 anos, que estava acompanhado da esposa. A jovem relatou que existe uma desavença comercial antiga entre sua família e a do empresário. No encontro dentro do elevador, houve uma ríspida discussão entre os casais. Mais exaltado, Zezo Maluf teria acabado agredindo a jovem. De acordo com a empresária, José Charbel Maluf um soco na sua boca, o que fez com ela desmaiasse no elevador. O namorado dela também teria sindo atingido pelo próprio tio. Aline Piran foi socorrida dentro do shopping e, após se restabelecer, se dirigiu a delegacia para registrar ocorrência contra o empresário.




JAYME DESABAFA

 O ex-governador do Estado e atual secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM) afirmou que a delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e as operações realizadas na última semana, mancham a imagem do Estado. De acordo com ele a sociedade está desacreditada na política. “Eu defendo que quem tenha culpa no cartório preste esclarecimentos. Mas a exposição na mídia nacional e estadual afugenta os investimentos em Mato Grosso. A sociedade passa a desacreditar na política. Entretanto aqueles que não cometeram nada ilícito, espero que a Justiça consiga provar isso para que possamos tocar a vida”, disse o democrata.

GOVERNO SOB SUSPEITA


Com a deflagração da 12ª fase da operação “Ararath” (batizada de “Malebolge”) pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (14), o Governo de Mato Grosso vê seu nono secretário de Estado envolvido em investigações ou ações do Ministério Público, da Justiça e da própria PF. Carlos Avalone Júnior, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), sofreu mandados de busca e apreensão em seus endereços comerciais e residenciais. Avalone Júnior, que é empresário e ex-deputado estadual, foi citado junto aos irmãos Marcelo Avalone e Carlos Eduardo Avalone nos depoimentos de colaboração premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) feitos à Procuradoria-Geral da República (PGR). Proprietários da 3 Irmãos Engenharia, eles foram apontados pelo ex-chefe do executivo de participarem da suposta “compra” da retratação do ex-secretário de Estado de Fazenda (Sefaz-MT), Eder de Moraes, ao Ministério Público Estadual por R$ 6 milhões, em 2014. O secretário, porém, não é o único do staff do atual governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), que está na mira da Justiça ou do Ministério Público. O ex-secretário de Estado de Educação, Permínio Pinto (PSDB), chegou a ser preso em julho de 2016 pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) durante a deflagração da "Operação Rêmora - Locus Delict", em sua 2ª fase e que apura um esquema de fraudes em licitações na pasta. Ele deixou a prisão em dezembro do ano passado. Já o ex-secretário chefe da Casa Civil Paulo Taques, preso no início de agosto, e os coronéis da Polícia Militar (PM) Evandro Lesco e Ronelson Barros, respectivamente ex-secretário-chefe e ex-secretário-adjunto da Casa Militar, detidos em junho, também estão na mira do desembargador Orlando Perri, relator no Tribunal de Justiça de Mato Grosso da ação que apura as interceptações telefônicas ilegais ocorridas em Mato Grosso. Entre as acusações, suspeita-se que uma amante de Paulo Taques tenha sido grampeada. Todos já foram soltos. Além deles, o atual secretário-Chefe da Casa Civil José Adolpho, o secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, e o secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos e também coronel da PM, Airton Siqueira, sofrem inquéritos no TJ-MT por fatos ligados às interceptações telefônicas ilegais. Por fim, o secretário do Gabinete de Comunicação de Mato Grosso, Kleber Lima, sofreu um pedido de afastamento do cargo pelo MP-MT, que ainda não foi analisado pelo Judiciáiro. Ele é acusado pelo órgão Ministerial de assédio moral e sexual por servidores públicos. O ex-comandante da PM de Mato Grosso, Zaqueu Barbosa, também foi preso em razão das interceptações telefônicas ilegais.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

R$ 56 MILHÕES SURRUPIADOS!
NA COLA DE ROUBALHEIRAS NO GOVERNO PEDRO TAQUES, PROMOTOR DE JUSTIÇA INSTAURA INQUÉRITO


FONTE: EXPRESSO MT

O promotor de justiça Henrique Scheneider Neto, da 36ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, instaurou um inquérito civil público para apurar atos de improbidade administrativa e danos ao erário em fraudes na Secretaria de Educação de Mato Grosso. O esquema foi descoberto com a deflagração da “Operação Rêmora”, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). O inquérito civil pode denunciar os investigados por improbidade administrativa, que, entre outras sanções, suspendem o direito políticos dos réus e visa a restituição dos recursos desviados. 

O Gaeco informou que as obras suspeitas de desvios envolviam o montante de R$ 56 milhões. Porém, a Seduc afirma que foram pouco mais de R$ 2 milhões executados. A operação que foi deflagrada no mês de maio do ano passado prendeu em suas três fases servidores, empresários e até o ex-secretário Permínio Pinto, que era o titular da pasta na época das fraudes. Segundo a portaria publicada no dia 29 de agosto, a conclusão do inquérito civil foi fixada para um ano e as diligências necessárias já foram iniciadas. O esquema consistia em pagamentos de porcentagem por parte de construtoras que faziam obras de reformas e construções de escolas ao empresário Giovani Guizardi. Em sua delação premiada, o empresário revelou que as propinas beneficiavam o ex-secretário Permínio Pinto, o empresário Alan Maluf e os deputados Guilherme Maluf e Nilson Leitão. 

Na primeira fase, foram alvos da operação Giovani Belato Guizardi, Luiz Fernando da Costa Rondon, Leonardo Guimarães Rodrigues, Moises Feltrin, Joel de Barros Fagundes Filho, Esper Haddad Neto, Jose Eduardo Nascimento da Silva, Luiz Carlos Ioris, Celso Cunha Ferraz, Clarice Maria da Rocha, Eder Alberto Francisco Meciano, Dilermano Sergio Chaves, Flavio Geraldo de Azevedo, Julio Hirochi Yamamoto filho, Sylvio Piva, Mário Lourenço Salem, Leonardo Botelho Leite, Benedito Sérgio Assunção Santos, Alexandre da Costa Rondon, Wander Luiz dos Reis, Fábio Frigeri e Moisés Dias da Silva. Já na segunda fase, o ex-secretário da pasta, Permínio Pinto foi preso após ser exonerado. Ele foi posteriormente denunciado junto com o ex-servidor Juliano Haddad. No final do ano passado foi deflagrada a terceira fase da operação, denominada “Grão Vizir”, que prendeu preventivamente o empresário Alan Malouf, dono do Buffet Leila Malouf.

SERVIDORES PARAM POR MELHORES SALÁRIOS

Os servidores do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), que deflagraram greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (11), estiveram no Palácio Paiaguás nesta tarde para cobrar o reajuste da tabela salarial, que segundo a categoria está defasada desde 2011. O Governo, por sua vez, rebate esta afirmação. Em  nota os servidores do Detran criticaram a falta de diálogo por parte do Executivo, argumentando que nenhuma proposta foi apresentada, sendo solicitado somente a dilatação do prazo para negociação. Por conta disso, a categoria decidiu manter o estado de greve. “O governo contradiz a ele mesmo a todo momento. A categoria quer uma posição séria por parte do Governo. O que fala para a categoria tem que ser a mesma informação dada à imprensa”, contestou a presidente do Sindicato dos Servidores do Detran, Daiane Renner. 

FORTUNA EM JOGO!
GOVERNADOR PEDRO TAQUES ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO COM O PODEROSO CLÃ MALOUF

TAQUES E ALAN MALOUF

Em sua delação “monstruosa”, conforme classificação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) apontou que o empresário Alan Malouf, dono do Buffet Leila Malouf, o procurou na época da campanha eleitoral de 2014 para dizer que tinha um precatório de R$ 200 milhões para receber do Estado e que já havia conversado sobre o assunto com o então candidato ao governo Pedro Taques (PSDB). Este por sua vez, teria se comprometido em pagar o montante desde que a gestão anterior deixasse parecer favorável. O caso teria ocorrido em meio às tratativas das doações de campanha, em que Silval teria firmado parceria para ajudar financeiramente o grupo de Pedro Taques. 

Após o fechamento do acordo, o então secretário de Estado da Casa Civil Pedro Nadaf teria informado a Silval sobre o pleito do empresário. Conforme o ex-governador, diante da informação ele teria pedido para Pedro Nadaf marcar uma reunião com Alan Malouf, ocasião em que o empresário teria explicado ao então governador que o precatório era referente a um processo de indenização que sua família havia ganho do Estado e reforçou que já havia um compromisso de Pedro Taques de pagá-lo desde que os pareceres favoráveis fossem deixados pela gestão de Silval. Barbosa então teria se comprometido a ajudar Malouf e pedido para Pedro Nadaf tomar as providências necessárias.

MALOUF ENTREGOU TAQUES

Diante da juíza Selma Arruda, o empresário Alan Malouf, conhecido e reconhecido como um dos arrecadadores da campanha eleitoral de Zé Pedro Taques, nas eleições de 2014,  reafirmou  que o governador tinha pleno conhecimento do esquema de desvios de recursos da Secretaria de Educação do Estado. Maluf foi mais além e disse que Zé Pedro cometeu Caixa 2 nas eleições passadas, já que o dinheiro doado para a campanha de Taques pelo empresário Giovani Guizardi,  R$ 200 mil, não foi declarado à Justiça Eleitoral, nem o dinheiro doado por ele, R$ 2,5 milhões. Mal começaram a circular as informações relativas ao depoimento do seu antigo parceiro político, o governador divulgou nota classificando como “mentirosas, irresponsáveis, levianas e sem provas” as declarações do empresário que é primo do deputado estadual Guilherme Maluf, a quem também acusa de se beneficiar do esquema de propina montado da Seduc.

O QUE ALAN MALUF DISSE


“No final da campanha havia um saldo devedor e houve um rateio para saldar a dívida, a pedido do próprio governador”, declarou Maluf, que liderou as manchetes nas mídias regionais, afogando até mesmo o interesse pela possível cassação do presidente Temer  no TSe. Sobre o esquema de desvios, o empresário confirmou que nunca participou de reunião para tratar da forma com que o dinheiro seria desviado e por isso não tem conhecimento da porcentagem cobrada e nem quais empresas pagavam. Ele confirmou que foi beneficiado com o valor de R$ 260 mil. O montante, segundo ele, lhe foi entregue em três oportunidades: duas em sua empresa e uma em sua residência. Questionado sobre como iniciou os desvios, Malouf contou que apresentou Giovani Guizardi ao então secretário Permínio Pinto, mas que não tinha interesses escusos.
Ele disse que a finalidade seria inserir as empresas de Guizardi para atuar em obras do Governo do Estado. Sobre a divisão da propina, o empresário confirmou que parte foi para Permínio e outra para seu primo Guilherme Maluf que, segundo ele, recebeu R$ 40 mil de suas mãos.
Alan Malouf contou ainda que logo que estourou a Operação Rêmora, procurou o governador do Estado e este lhe recebeu no Palácio Paiaguás, em companhia do chefe da Casa Civil, Paulo Taques. Na ocasião, ele relembrou Taques que Giovani, que havia sido preso, era um dos doadores de sua campanha e lhe pediu ajuda. Zé Pedro teria lhe dito que era pra resolver e para ficar calmo. O mesmo teria acontecido quando da prisão de Permínio, reafirmando que o governador tinha conhecimento de tudo o que acontecia.

"NUMA BOA"  COM O GOVERNADOR PEDRO TAQUES, EMPRESÁRIO   ALDO LOCATELLI PROCESSA JORNALISTAS E SITES QUE "ATENTARAM" CONTRA SUA HONRA


FONTE: CORREIO DA CAPITAL

O empresário Aldo Locatelli, dono de uma das maiores redes de postos de combustíveis no País, registrou uma queixa-crime, na tarde da segunda-feira (11), na Central de Ocorrências de Cuiabá, contra os blogs “Cacetão Cuiabano”, "Notícias do Nortão" e outros sites que publicaram seus "desabafos" após briga com o amigo governador Pedro Taques. Segundo nossas fontes, antes que tudo desandasse de vez, com o MPE e MPF no seu calcanhar, o governador agendou uma reunião extra-palaciana com o seu antigo investidor, aparando as arestas . Poir sua vez e própria decisão, o empresário empresários resolveu processar  blogs, sites e jornais que editaram ou reproduziram conteúdos   ofensivos e dar crédito a boatos que ferem a sua honra. Segundo o boletim de ocorrência, um desses informativos eletrônicos, o “Cacetão Cuiabano”,  o coloca como participante de quadrilha criminosa, ou de qualquer ato ilícito, que age no setor de combustível e de agiotagem. Aldo Locatelli afirmou que vai representar o dono do blog na Justiça Cível e Criminal.


PEDRO TAQUES, SUPER IRRITADO: "NÃO SOU VAGABUNDO OU IDIOTA!"

 O governador Pedro Taques (PSDB) reclamou por ter que dar explicações à sociedade sobre as citações de seu nome na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Isso porque, segundo ele, todos os políticos estão sendo “jogados no mesmo buraco” por parte do senso comum. “Agora tenho que explicar coisa que não fiz. Todos estão no mesmo buraco. Todos são vagabundos porque eu sou político até que se prove o contrário. O fato de eu ser político não significa que me tornei vagabundo ou idiota, que sou burro, que não entendo, que esqueci a constituição”, afirmou durante entrevista á Rádio Mega FM, na segunda-feira (11). A afirmação foi feita ao ser questionado sobre seu possível envolvimento no acordo de pagamento de precatório de R$ 200 milhões à família Malouf, ainda durante a eleição de 2014, conforme consta na delação de Silval.

VEREADORES CUIABANOS LUTAM COM "UNHAS E DENTES" PELA CASSAÇÃO DE PREFEITO "EMBOLSADOR" DE PROPINAS

 Os 6 vereadores que assinaram o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), irão se reunir com o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Mauro Benedito Pouso Curvo nesta terça-feira (12), para pedir celeridade no processo de investigação contra o gestor. Pinheiro foi filmado enquanto deputado estadual recebendo dinheiro do ex-chefe de gabinete Silvio Cézar Corrêa Araújo. O benefício, conforme afirmou o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) em sua delação premiada, era pago a todos os parlamentares da época em troca de apoio político ao peemedebista. 

AMIGO PARTICULAR, TESOUREIRO DO GOVERNADOR PEDRO TAQUES, "BANQUEIRO" FERNANDO MENDONÇA   INTERMEDIOU ACORDO DE PROPINAS ENTRE SILVAL BARBOSA E GRUPO JBS
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ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA ABASTECEU CAIXA II DE PEDRO,  CANDIDATO A GOVERNADOR
FERNANDO MENDONÇA E JÚNIOR MENDONÇA, "BANQUEIROS" AMIGOS E FINANCIADORES DE PEDRO TAQUES

FONTE: NOTÍCIAS DO NORTÃO

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) disse em seu acordo de colaboração premiada que a JBS – gigante mundial na produção e comercialização de carne -, ficou “devendo” R$ 8 milhões em propinas que seriam utilizadas para o pagamento de uma dívida de R$ 40 milhões feita pelo seu antecessor e ministro da Agrigultura, Blairo Maggi (PP), com uma empresa de fomento mercantil, em Cuiabá. De acordo com o ex-governador, uma reunião com o proprietário da JBS, Wesley Batista, foi agendada em 2011 por Fernando Mendonça – um dos investigados na "Operação Ararath" e empresário de atacado  e  "BANQUEIRO" em Várzea Grande.

Fernando  é  primo dos irmãos Joeslei e Weslei Batista, tendo forte influência na JBS, além de amigo íntimo, tesoureiro  e forte investidor nas duas campanhas do governador Pedro Taques. Fernando  chegou a ser investigado na operação Ararath, mas nenhuma denúncia contra ele prosperou.  Com as denúncias da Ararath contra ele, Pedro Taques se afastou de Mendonça, até então seu grande colaborador e amigo. 

Na delação de Silval ele cita que Joeslei ajudou Pedro Taques a se eleger governador de Mato Grosso através de uma offshore que transferiu recursos de CAIXA II para um escritório de advocacia. 

 CÂMARA DE CUIABÁ IMPEDIDA DE "TORRAR" MILHÕES ENVIADOS POR EMANUEL PARA "COMPRAR" VEREADORES E BARRAR CASSAÇÃO DE MANDATO

 FONTE: FOLHA CUIABANA


O Ministério Público de Contas (MPC), ingressou com Representação junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT) com pedido de medida cautelar para que o presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Justino Malheiros, ou qualquer ordenador de despesa da Casa de Leis, se abstenha de praticar qualquer ato de ordenação de despesas em relação aos créditos orçamentários abertos pelo Decreto nº 6.343/2017. Conforme o Ministério Público de Contas, o Decreto nº 6.343/2017, por meio do qual o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro abriu crédito adicional suplementar, no montante de R$ 6.725.075,95 milhões, em favor da Câmara de Cuiabá, apresenta grande possibilidade de ser ilegal, visto que foi editado logo após a decisão do Poder Legislativo Municipal de arquivar o pedido de instauração de uma Comissão Segundo o MPC, “o momento e o contexto em que foi editado o referido Decreto, dá a nítida impressão de que o motivo real seja uma contrapartida do Poder Executivo Municipal em favor da Câmara Municipal em decorrência do arquivamento do pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito, ou seja, uma aparente compra institucional de apoio político para evitar a investigação da conduta do então Deputado Estadual e atual Prefeito de Cuiabá, Sr. Emanuel Pinheiro”, diz trecho da representação.

 O MPC afirmou, que a Representação Interna não tem objetivo de apurar a conduta de eventual recebimento de valores ilícitos flagrado em vídeo e noticiado pela imprensa nacional, mas somente a apuração da eventual prática de ato de gestão ilegal e ilegítimo consubstanciado na edição do Decreto nº 6.343, de 30 de agosto de 2017. O conselheiro interino do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), Luiz Carlos Pereira, acatou a Representação, reconheceu a existência dos requisitos do “periculum in mora” e do “fumus boni juris”, e concedeu a cautelar pleiteada pelo Ministério Público de Contas, determinando que o presidente da Câmara de Cuiabá se abstenha imediatamente de praticar qualquer ato de ordenação de despesa em relação aos créditos orçamentários abertos por meio do Decreto, sob pena de multa diária no importe de 11 UPFs-MT (artigo 297, §1º, do RITCMT), em caso de eventual descumprimento da presente medida; “Alternativamente, caso algum ato assim já o tenha sido praticado, que promova sua correspondente anulação, no prazo de até cinco dias, a contar da ciência desta decisão, comprovando a adoção da medida a este Relator, no prazo de até 3 dias, a contar, dessa anulação”, alerta conselheiro. 

"SOU INOCENTE!"
DENUNCIADO POR SILVAL BARBOSA, PRESIDENTE DA AL-MT APONTA EX-GOVERNADOR COMO "LELÉ DA CUCA"

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), deve estar sofrendo de "amnésia", ao dizer que a imagem do legislativo não sofreu nenhuma desmoralização. Além disso, afirmou na tarde de hoje, 6, em coletiva de imprensa, que a mesa diretora não pode fazer nada, haja vista que os atos cometidos foram na legislatura passada. Só que o presidente se esqueceu que a maioria dos deputados propineiros foram reeleitos. Ou seja, o deputado Eduardo Botelho não tem argumentos para convencer nem mesmo seus funcionários. A verdade é uma só, os parlamentares não têm moral nenhuma para levar os envolvidos na Comissão de Ética. Vale lembrar que a maioria dos integrantes desta comissão foram citados na delação de Silval Barbosa. São titulares da Comissão de Ética: Pedro Satélite (PSD); Saturnino Masson (PSDB); Oscar Bezerra (PSB); Silvano Amaral (PMDB); Janaina Riva (PMDB). Suplentes: Nininho (PSD); Guilherme Maluf (PSDB); Professor Adriano (PSB); Romoaldo Junior (PMDB); Professor Allan Kardec (PT).Vale lembrar que o próprio Eduardo Botelho foi citado nas delações do grupo de Silval Barbosa. É acusado de receber vantagem indevida paga pela empresa FDL, que prestava serviços de gravames de veículos ao Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran/MT). Neste momento, cabe ao Parlamento aguardar a Justiça, afirmou  Botelho. 

"SOU INOCENTE"

Eduardo refutou todas as citações do seu nome na delação premiada do ex-governador. No entanto, preferiu não apontar as motivações do peemedebista para citá-lo. “Não sei se fez por confusão mental pelo tempo que ficou preso ou por pura maldade. Sou inocente em todo esse descalabro. Posso dizer que houve várias citações indevidas”, declarou Botelho. O deputado justifica três episódios da delação de Silval envolvendo a empreiteira Nhambiquaras, na qual é sócio juntamente com seu irmão Rômulo Botelho. Nega com veemência todas as acusações.  Sobre a acusação de ter repassado R$ 1 milhão a Silval referente ao MT integrado, Botelho afirma que a Nhambiquaras sequer executou obras no programa de pavimentação asfáltica. Garante ainda que Rômulo nunca articulou ou pagou propina para a ex-deputada federal Thelma de Oliveira (PSDB), hoje prefeita de Chapada dos Guimarães, para garantir liberação de emenda parlamentar de R$ 10 milhões aplicada na construção do sistema de abastecimento de água do município. Botelho também nega que a Nhambiquaras tenha pago propina de R$ 1 milhão sobre as obras de recapeamento das avenidas 31 de Março e Salim Nadaf, executadas através de convênio com o Governo do Estado. O valor do contrato era R$ 7 milhões.

SILVAL NÃO POUPOU NEM DEFUNTOS EM SUA DELAÇÃO PREMIADA


O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) não poupou ninguém em delação premiada à Procuradoria Geral da República (PGR), nem mesmo os mortos. Na lista de políticos que teriam se beneficiado com esquemas de corrupção, Silval citou os nomes do ex-governador Dante de Oliveira, ex-deputado federal Homero Pereira, ex-deputado estadual Walter Rabelo, ex-secretário estadual de Infraestrutura Vilceu Marchetti, ex-conselheiro do TCE Ary Leite de Campos, ex-membro do TRE e ex-braço direito de José Riva, Eduardo Jacob, e Valcy José Piran, irmão do empresário e dono de factoring Valdir Piran. Todos os sete faleceram sem ver o dia em que o peemedebista, após permanecer quase dois anos preso, entregaria as maracutaias de políticos, empresários e autoridades que lesaram a população, com esquemas que iam desde o recebimento de ‘mensalinho’ até negociatas e esquema de corrupção

DESEMBARGADOR APONTA PERDA DE MANDATOS PARA DEPUTADOS E PREFEITOS ENVOLVIDOS NO RECEBIMENTO DE PROPINAS


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Márcio Vidal, disse que os políticos que aparecem recebendo propina em vídeos, e que são provas que fazem parte da delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), podem sofrer cassação por uso de caixa dois. O magistrado afirmou que o órgão já enviou um ofício à Procuradoria Regional Eleitoral que poderá elaborar uma denúncia que será apreciada pela Justiça. “O TRE-MT já tomou providência nesse caso específico divulgado pela imprensa. Já oficiamos a Procuradoria Regional Eleitoral para providência cabíveis. O órgão vai examinar e se houver provas eventualmente vai propor ações, inclusive eventualmente para uma possível inelegibilidade, cassação”, disse o desembargador. 

A declaração foi dada numa entrevista de Márcio Vidal ao programa de rádio Jornal da Capital – 1ª Edição, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (11). O desembargador também afirmou que os políticos flagrados recebendo propina na gestão Silval Barbosa podem ser enquadrados na esfera cível, penal e eleitoral da Justiça. “No conjunto tem várias ações. Tem ação de probidade, ações penais, e também no campo eleitoral. Se houve um ato indigno que vá respingar no sistema eleitoral, isso caberá a Procuradoria Regional Eleitoral verificar”, disse Vidal. O desembargador se refere, especificamente, as gravações em vídeo veiculadas em reportagem que foi ao ar no Jornal Nacional do dia 24 de agosto de 2017. Nela, políticos aparecem guardando maços de dinheiro vivo. 

sábado, 9 de setembro de 2017


É GRAVE!

MEDO DE SER DESMASCARADO, RESPONSABILIZADO POR ILÍCITOS QUE LHE CUSTARÃO  A  CADEIRA DE GOVERNADOR, PEDRO TAQUES TENTA A QUALQUER  PREÇO IMPEDIR QUE O PROCURADOR MAURO ZAQUE CHEFIE INVESTIGAÇÕES SOBRE SEU "DESGOVERNO"
 

FONTE: CORREIO DA CAPITAL

Na tentativa de impedir o curso de uma sigilosa investigação sobre desmandos no seu governo, e que já  dura cerca de  6 meses,  o governador do Estado Pedro Taques (PSDB) protocolizou Requerimento Administrativo de Impedimento e/ou Suspeição contra o promotor de Justiça e ex-secretário de Estado de Segurança Pública (SESP) Mauro Zaque de Jesus (FOTO). A ação foi encaminhada ao Procurador-Geral de Justiça Mauro Curvo no último dia 01  deste mês. O objetivo segundo  versão governamental,  é evitar que Zaque desenvolva investigações "parciais" e "ilegítimas" dentro do Ministério Público Estadual (MPE) contra o governador do Estado e seus secretários. Segundo Pedro Taques, ao deixar a SESP Mauro Zaque “passou a nutrir e demonstrar escancarada animosidade para com o Requerente por intermédio de atos diretos ou indiretos - por meio da sua equipe de governo -, o objeto do presente requerimento é o reconhecimento de impedimento e/ou, subsidiariamente, suspeição dele para conduzir investigações (como inquéritos civis públicos), processar, manifestar-se, ou de qualquer modo atuar, em todos os processos administrativos e judiciais nos quais figurem como parte ou interessado o Requerente e os Secretários de Estado, garantindo-se, assim, a isenção, a legitimidade e a própria imagem deste Ministério Público”.  

O governador também sustenta que o ex-secretário encontra-se suspeito para conduzir qualquer investigação ao Estado, segundo o mesmo raciocínio que o impediu, na qualidade de ex-membro do MPE, de atuar no Poder Executivo. O requerente aponta que este entendimento também fora defendido por Zaque em outra ocasião, quando da investigação da empresa “Consignum”. "Assim, como ocupei o cargo de Secretário Estadual de Segurança Pública durante o ano de 2015, integrando a equipe do atual governo, não há como, ao menos por enquanto, se sentir confortável em presidir investigação de tamanha envergadura que, fatalmente, independente do resultado, conduzirá a certeira suspeição prejudicando sobremaneira o objeto do presente inquérito civil”, teria dito Zaque à jornalistas, aponta Taques, que adianta avalia. “Enfim, subitamente, o promotor excepto passou a se "sentir confortável" em investigar atos do atual governo, embora ainda permaneça a causa objetiva de impedimento (ele participou do primeiro escalão do governo) e, agora, reforçada pela notória animosidade pública entre os dois, conforme será esgrimido no item seguinte desta peça”.

 A animoside de Zaqueu com o governo Taques teria se tornado mais clara, sustenta o requerente, quando aquele, “sem qualquer apuração a respeito dos fatos subjacentes e circundantes à hipótese, lançou severas denúncias e críticas ao Requerente ao governo, imputando-os as pechas de inertes, coniventes, condescendentes com práticas criminosas (prevaricação) consistentes em gravações ilegais, sem autorização da autoridade judicial - 'arapongagem'”. “Nesse contexto de desencontros e desentendimentos públicos, é inconteste concluir que não subsiste isenção e imparcialidade do Excelentíssimo Promotor de Justiça Mauro Zaque De Jesus para investigar, processar, manifestar-se, ou de qualquer modo atuar, em todos os processos administrativos e judiciais nos quais figure, como parte ou interessado, o Requerente e os Secretários de Estado, sob pena de contaminação da própria atuação ministerial, ainda que indiretamente, dada a parcialidade e o animus pré-definido do requerido”, conclui Taques. Dessa maneira, restariam caracterizadas as hipóteses de suspeição, notadamente consistentes em "inimigo de qualquer das partes " e/ou "interessado no julgamento do processo emfavor de qualquer das partes ", conforme estabelece o art. 145, I e IV c/c art. 148, I, ambos do Código de Processo Civil, aponta o requerente. 

 Ao final, o governador pede que o eventual impedimento contra Zaque também seja extendido às investigações que figuram Secretários de Estado, “cuja atribuição está intimamente conectada ao programa de governo proposto pelo atual Governador do Estado. Isso porque é inegável que a investigação não isenta de qualquer secretário, ligado a qualquer ação governamental, atinge, em última ratio, a imagem pública e pode comprometer o próprio plano de governo do Requerente”, alega. Também solicita que seja acolhido o efeito suspensivo da ação, de modo que sejam suspensos “todos os procedimentos investigativos conduzidos pelo Requerido em relação aos Secretários de Estado, de modo a evitar a prática de atos ilegais e/ou eivados de parcialidade”.
"CAGANEIRA BRABA" IMPEDIU PREFEITO CUIABANO   DE COMPARECER AO DESFILE DE 7 D SETEMBRO



FONTE: NOTÍCIAS DO NORTÃO

O governador Pedro Taques foi vaiado, passou mal, mas teve coragem de comparecer ao desfile de 7 de setembro  em  Cuiabá. Feio ficou, segundo nossas fontes,  para o prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro (PMDB), que deu como desculpa para sua ausência um súbito  desarranjo intestinal, ou, em outras palavras, uma caganeira braba". Dos vereadores cuiabanos, só três estiveram presentes. Sem dúvidas, a   delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) tem causado ‘pavor’ em políticos de Mato Grosso, que preferem ficar em casa a ter que enfrentar os holofotes e cobrança de explicações. 
De mal com o povo!
VAIADO POR QUASE 30 MIL PESSOAS  GOVERNADOR PASSA MAL, TEM "PIRIPAQUE" E CANCELA DISCURSO QUE FARIA EM CUIABÁ
  


FONTE: NOTÍCIAS DO NORTÃO


O governador Pedro Taques (PSDB) foi vaiado pelo  grandioso público que assistia ao desfile cívico que aconteceu na quinta-feira (7), na Arena Pantanal, em Cuiabá, em alusão ao Dia da Independência do Brasil. As vaias ocorreram no momento em que foi anunciada a presença dele no evento. Taques  passou mal no momento das vaias (um princípio e vertigem com falta de ar, sendo amparado por pessoas próximas e  atendido por um médico de plantão), motivo pelo qual não discursou como  previa a programação, divulgada anteriormente pelo governo. Ele compareceu ao evento acompanhado dos secretários Rogers Jarbas, de Segurança Pública, e Airton Siqueira, de Justiça e Direitos Humanos, e de integrantes do alto escalão da Polícia Militar. Mais de 40 mil pessoas acompanharam ao desfile e cerca de 30 mil   fortaleceram  estrondosamente um sonoro coro de vaias  encabeçado por manifestantes portando  cartazes, com mensagem de cidadania e paz e contra a corrupção no poder público. Consta que o governador foi retirado do local a tes do término do desfile.
FILHO DE SILVAL RELATA O INFERNO QUE PASSOU NAS GARRAS DE 3 DEPUTADOS ESTADUAIS "ESPECIALIZADOS" EM CHANTAGEM, AMEAÇAS  E EXTORSÃO!

O empresário e médico Rodrigo Barbosa(FOTO), filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), afirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que deu três carros aos deputados estaduais Wagner Ramos (PSD), Silvano Amaral (PMDB) e José Domingos Fraga (PSD), em janeiro de 2016, como garantia de pagamento de uma propina de R$ 650 mil, acertada para que as contas do último ano de gestão de Silval fossem aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O empresário, assim como o pai dele, firmou acordo de colaboração premiada com a PGR e a delação já foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Apontado como arrecadador de propinas no esquema liderado pelo pai, Rodrigo Barbosa pasosu mais de um mês preso no ano passado e terá de pagar R$ 3.558.508,54, segundo o acordo homologado pela Justiça. Não foi possível contato com os parlamentares. Recentemente, Wagner Ramos afirmou que esteve com Rodrigo Barbosa por duas vezes, mas que o assunto tratado seria um garimpo, em Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá. Ele afirmou, ainda, que repudia a trama do empresário para tentar envolvê-lo em atos ilícitos e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento. 

 Na delação, Rodrigo Barbosa diz que se encontrou com o deputado Silvano Amaral no segundo semestre de 2015, próximo ao período em que a Casa de Leis iria votar as contas de SIlval Barbosa referentes ao ano de 2014, e que o parlamentar reclamou não ter contado com a ajuda do ex-governador durante a campanha eleitoral. Na ocasião, Silvano fazia parte da comissão que avaliaria as contas de Silval e teria dito que, para conceder voto favorável à aprovação das contas, o empresário deveria pagar R$ 200 mil. Deputado Wagner Ramos (PSD) teria cobrado R$ 250 mil de propina como relator das contas da gestão de 2014, segundo Rodrigo Barbosa (Foto: Maurício Barbant/AL-MT) O empresário afirmou que agendou, no dia seguinte, uma conversa com os demais membros da comissão, principalmente com o deputado Wagner Ramos, que era o relator. Segundo Rodrigo Barbosa, o encontro com o parlamentar ocorreu no dia 15 de dezembro de 2015, quando Wganer Ramos teria exigido a quantia de R$ 400 mil para votar favorável às contas de Silval, tendo recebido uma contraproposta de R$ 250 mil. Posteriormente, segundo o empresário, o acordo de propina com Wagner Ramos teria sido firmado, a partir da intervenção do deputado Romoaldo Júnior (PMDB). Barbosa dissse que apenas efetuaria o pagamento após o parecer favorável da comissão, o que ocorreu no dia 18 de dezembro daquele ano. 

A conversa teria sido gravada por um celular, segundo o delator. Segundo o empresário, Wagner Ramos teria dito à ele que Silvano Amaral e José Domingos Fraga "estavam fechados na votação", devendo o delator pagar R$ 250 mil para o relator, R$ 200 mil para Amaral e R$ 200 mil para Fraga - apesar deste último ter decidido se afastar, dias depois, e não participar da votação. Rodrigo Barbosa afirma, na delação, que nunca se encontrou ou com conversou com José Domingos Fraga durante todo o processo, mas que o parlamentar se afastou da presidência da comissão porque era da base governista e não queria se indispor com o atual governo, assumindo no lugar dele o deputado Baiano Filho, que acabou por votar a favor da aprovação das contas de Silval. Segundo o empresário, após a posição favorável da comissão, as contas foram para o plenário e ele passou a acompanhar o cumprimento do acordo, tendo feito o pagamento aos três parlamentares em janeiro de 2016, após ser cobrado pelo representante de Silvano Amaral. De acordo com o delator, enquanto o tio dele seguiu para Matupá, a 696 km de Cuiabá, a fim de levantar o dinheiro da propina, ele repassou aos parlamentares três automóveis: duas caminhonetes - uma L200 e uma Hilux - e um Audi Q3. "Os deputados estaduais Wagner Ramos, Silvano Amaral e José Domingos Fraga permaneceram na posse dos automóveis, mas ao final devolveram os automóveis Hilux SW4 e Audi Q3, recebendo em seu lugar o equivalente em dinheiro. A diferença para completar a quantia de R$ 650 mil foi paga em dinheiro em espécie", disse o empresário.
EX-GOVERNADOR DESNUDA ANTRO DE CORRUPÇÃO EM QUE TRANSFORMARAM A ASSEMBLÉIA DE MATO GROSSO



Ciclo vicioso, assim definiu o ex-governador do Estado, Silval Barbosa (PMDB), ao falar dos benefícios financeiros que levam os deputados estaduais à cobiçarem um lugar na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT). Ao delatar esquema de compra de votos para eleição da Mesa Diretora da AL/MT, Silval contou que sempre os integrantes da Mesa Diretora acabam obtendo um benefício financeiro maior que os demais deputados, o que gera, segundo ele, “um verdadeiro ciclo vicioso, motivo pelo qual, há grande cobiça por parte dos deputados Estaduais em assumir a Mesa Diretora”. Conforme Silval, no período em que foi governador - entre os anos de 2010 a 2014, ele suplementou o orçamento do Legislativo Estadual por inúmeras vezes para pagar, entre outras coisas, a eleição da Mesa Diretora. 

Umas dessas suplementações, ocorreram, segundo ele, nas eleições para as Mesas Diretoras dos biênios de 2011/2012 (José Riva como presidente e Sérgio Ricardo como 1º Secretário) e 2013/2014 (José Riva como presidente e Mauro Savi como primeiro-secretário). A suplementação, segundo Silval, foi devidamente acordada entre ele e os membros das respectivas Mesas Diretoras. Já no final de 2014, de acordo com o peemedebista, após José Riva ser afastado por força de decisão judicial do cargo de presidente da AL/MT, foi procurado pelos deputados estaduais Romoaldo Júnior (PMDB) – que estava na função de presidente -, e Mauro Savi – na função de primeiro secretário -, sendo que eles pediram para o então governador, suplementar o orçamento da AL/MT no montante entre R$ 8 milhões a R$ 10 milhões, para que pudessem pagar a compra da Mesa Diretora para o biênio de 2015/2016. 

 Silval contou que concordou em auxiliar a compra da Mesa Diretora e repassou, por meio de suplementação orçamentária, o valor de R$ 7 milhões para o Legislativo. Para complementar o valor, e pagar pelos votos dos colegas de parlamento, Romoaldo e Savi emprestaram R$ 2 milhões do empresário Wanderley Fachetii Torres, proprietário da TRIMEC Construções e Terraplanagem LTDA. No entanto, o valor pago pelos deputados Guilherme Maluf e Ondanir Bortolini (PSD) – popular Nininho, foi maior do que o oferecido por Romoaldo e Savi, o que afundou o plano dos dois, segundo Silval. “Romoaldo Júnior e Mauro Savi acabaram não conseguindo assumir a Mesa Diretora no biênio 2015/2016, pois eles informaram que a Mesa custou R$ 16 milhões de reais, assumidos por Maluf e Nininho” diz trecho da delação.
EMANUEL PINHEIRO:  "NÃO ERA EU RECEBENDO DINHEIRO DE SILVAL; ERA MEU PRIMO-IRMÃO, O SACI PERERÊ"


Contra fatos e imagens não há argumentos, por mais cara de pau, que a pessoa seja. Mesmo  assim, o prefeito  cuiabano tem se virado nos 30 para limpar a própria barra. Só falta dar ao povo e jornalistas a resposta acima, da manchete.  Em sua primeira aparição pública após ter sido mostrado em rede nacional em um vídeo onde aparece enchendo os bolsos de maços de dinheiro recebido das mãos do ex-chefe de gabinete na gestão Silval Barbosa (PMDB), dentro do Palácio Paiaguás, o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) evitou dar explicações sobre o que teria de fato ocorrido naquela ocasião, já que afirma que o vídeo foi mostrado fora de seu real contexto. “A imagem está fora de contexto e é isso que nós vamos mostrar na nossa linha de defesa. Eu sou advogado, há uma orientação jurídica pra gente falar no momento certo até porque agora que os elementos estão aparecendo”, disse o prefeito na manhã deste sábado à imprensa, enquanto vistoriava obras de pavimentação no bairro Doutor Fábio 2.